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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, divulgou uma nota oficial na noite de quinta-feira (22/01/2026) em que defende a atuação da Corte e do ministro Dias Toffoli, relator das investigações relacionadas ao caso Banco Master. A manifestação foi emitida em meio a uma crise institucional que envolveu críticas e pressões para que Toffoli deixasse a relatoria do processo.
Segundo Fachin, a Corte atua com base na Constituição, respeitando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Ele destacou que casos com impacto no sistema financeiro — como o do Banco Master — exigem resposta firme, coordenada e estritamente constitucional por parte das instituições competentes.
Na nota, Fachin enfatizou que o STF “não se curva a ameaças ou intimidações” e criticou tentativas de deslegitimar a atuação judicial. Ele afirmou que quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade está atacando o coração da democracia constitucional e do Estado de direito.
O presidente da Corte também ressaltou a autonomia de outras instituições envolvidas no caso, incluindo o Banco Central, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, destacando que cada órgão atua dentro de suas competências constitucionais.
Fachin indicou ainda que eventuais “vícios” ou irregularidades processuais serão examinados de acordo com os ritos regimentais e que decisões tomadas no recesso do tribunal serão posteriormente submetidas ao colegiado para deliberação.
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