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Terrorismo islâmico, morte de brasileira em Nice e o Brasil?

No último dia 29/10, Simone Barreto, 44 anos, moradora em Nice na França, mãe de três filhos, estava rezando em uma igreja pela manhã, como fazia todas as manhãs, quando foi surpreendida por um tunisiano, Brahim Aouissaoui, adentrou a igreja matou o sacristão, um homem de 55 anos, decapitou uma senhora e esfaqueou Simone, que ainda correu, tentando se abrigar em um restaurante mas não resistiu aos ferimentos. Ela vivia há 30 anos na França, apesar de ser brasileira, negra e religiosa, suponho que ela tinha pouca ligação com o dia a dia do Brasil, mas era uma brasileira.

Não vi em nenhum dos portais de notícias, uma nota de repudio ou uma posição mais forte do Itamaraty, contrariando minhas expectativas, mas isso para o Brasil será muito bom.

Emmanuel Macron, presidente francês, o lacrador da Europa, presidente que resolveu se preocupar com as queimadas da Amazônia, com as formas de falar do PR do Brasil, entre outras preocupações marginais e fúteis, esqueceu de se preocupar com a segurança nacional. Um motivo que vem deteriorando a nação francesa, vem desde a revolução francesa, liberté égalité fraternité, deturpou as raízes de uma nação, aceitar e acolher, não significa mesclar ou incorporar outras culturas na sua, desde o atentado do Charlie Hebdo ou do Teatro Bataclan, algumas politicas de retaliação foram feitas, a Força Aérea Francesa, lançou diversos ataques em alvos sírios, mas não repercutiu em ações diretas dentro do território francês, onde em alguns bairros, franceses natos, eram impedidos de transitarem por não respeitarem as leis islâmicas ou mulheres não islâmicas eram estupradas nessas zonas “internacionalizadas”,  com pouca ou nenhuma ação real da policia francesa, porque acreditavam que devemos respeitar as tradições de um povo.

Após o atentado o presidente francês teve uma reação esperada, mas não calculada, declarou que o atentado foi um atentado terrorista islâmico, que levou a comunidade islâmica a declarar um possível boicote aos produtos franceses em países islâmicos!

E o Brasil?

Apesar da morte de uma brasileira, meu repudio a esta ou qualquer outra morte é sempre total, mas este problema em especifico é francês, não nosso, a comunidade islâmica tem crescido vertiginosamente no Brasil, esta população já esta chegando a mais ou menos 1,5 milhões de pessoas no Brasil, isso em 25 anos teremos aproximadamente 6 milhões de muçulmanos no Brasil em crescimento orgânico, sem contar as novas conversões, facilmente teremos 10 milhões nestes próximos 25 anos levando os muçulmanos a serem a 3 maior religião do Brasil, atualmente temos uma convivência pacifica, com nossa comunidade interna como as nações islâmicas.

Se o boicote das nações islâmicas ocorrerem mesmo, teremos uma chance grande de pegar esse mercado internacional, principalmente de produtos agrícolas:

Agricultura: trigo, batata-doce, milho, cevada, uva, batata, frutas, aveia, girassol, hortaliças, beterraba, tabacos e vinhos.

Pecuária e Pesca: Bovinos, suínos, ovinos, caprinos; bacalhau, badejo, sardinha.

Mineração: Carvão, ferro, sais de potássio, bauxita, zinco, chumbo, ouro, petróleo, gás natural, gipsita e aço.

Estes produtos compete, diretamente com nossas importações, este boicote, só poderá nos beneficiar e aumentar as exportações da maioria deste produtos, devemos esquecer esta politica de em toda e qualquer coisa, globalizar as relações exteriores, as outras nações não estão preocupadas se não estamos vendendo no mundo, na verdade eles querem nos tirar de diversas vendas, porque temos como concorrer com a maior parte do planeta!

Portanto, apesar de achar que o terrorismo deve e precisa ser tratado com a dura e pesada mão da justiça, não devemos nos meter em assuntos que não nos levam a nada como nação.

Devemos manter nossa superioridade em diversas frentes, países estão brigando por ai e devemos aproveitar estes momentos para aumentar ainda mais nossas exportações.

Enquanto isso Macron, o lacrador, terá que ceder as lideranças islâmicas para conter futuros ataques, mas estes serão confiáveis, aquele que tentou lacrar, está perdendo o lucro, as forças de segurança, não poderão vigiar, permanentemente locais públicos.

Não devemos nos meter em assuntos externos de outros países, mas não vamos lacrar em cima de ninguém.

Respeitar o profeta Muhammad, (Maomé), deixá-los em seus locais, mas sem que nossa população seja afetada pelos seus hábitos e tradições.

Vamos crescer como nação, vamos evoluir como país desenvolvido e mostrar ao mundo, que não vamos e nem ficaremos nas mãos de outros governantes, ninguém pode dizer como mandar no Brasil.

Quem lacra não lucra e Macron está vendo claramente como isso acontece!

Autor: Léo Godinho